Três semanas depois...
— Tess, por favor, sai desse quarto, filha! — a voz da minha mãe soou fraca, quase falhando na porta.
Levantei os olhos, fixando nela: os ombros caídos, as olheiras profundas, o rosto marcado por uma tristeza que parecia tatuada na pele. Ela não voltou mais a trabalhar desde que ele morreu, e eu... eu não consigo sequer sair daqui.
Vejo que ela respira fundo, tentando encontrar forças que claramente não existem mais. O brilho dos olhos dela sumiu; aquela mulher que me ens