— Você jura que não é um criminoso? Fiquei na ponta dos pés para perguntar em seu ouvido, fechando os olhos porque a mistura de sabonete e colônia amadeirada quase me derrubou. Eu esperava que ele não tivesse notado que eu o cheirava como se eu fosse um cachorro.
— Não. Ele riu. Até então, no pouco tempo que eu o conhecia, eu tinha notado que ele era um cara bem alegre. — Eu não sou um criminoso e não vou sequestrar você.
— Eu não ficaria muito chateada se este fosse o lugar onde eu ficaria. Eu