NATALIA
As minhas mãos agarradas nas laterais do banco, o meu coração disparado e o meu peito arfava de preocupação.
— Meu filho morava aqui? Perguntou o Sr. Carter assim que se sentou na caminhonete, então assenti. —Ele lidou com aqueles idiotas? Assenti novamente, mas agora, de frente para ele, o meu medo começou a desaparecer quando percebi que ele não estava mais com a arma por perto.
— Por que você anda armado? Perguntei, com as palavras se atropelando.
— Você se sente insegura perto de mi