CARTER
Ao cruzar a porta de casa, fiquei encostado na porta, observando Natalia dançar. Ela deu um giro no ar, fazendo o meu coração parar em choque. Quando ela caiu na ponta dos pés, coloquei o pé de volta no chão, sem perceber que havia dado dois passos à frente, em modo de proteção.
— Porra! Ela parou a música com raiva e bateu os pés no chão. — Foco, Nat! Ela disse a si mesma.
Nas últimas semanas, ela andava nervosa, chateada, preocupada. Ela tinha se dedicado totalmente à peça para a qual