Evangeline acordou na manhã cinza e nublada, com os raios de luz fracos filtrando-se pelas cortinas brancas. Elas assobiavam suavemente ao vento, como se susurrassem segredos aos seus ouvidos. Evangeline sentiu um calafrio percorrer sua espinha, e a sensação de desespero apertou seu peito. O dia começava com o som da quietude e da resignação. Ela sabia que o futuro que se desenhava diante dela seria sombrio, preso àquela casa, àquele homem.
As palavras de Luigi ainda estavam frescas em sua ment