Evangeline sentava-se na antiga cadeira de madeira do escritório de seu pai, Hector, sua postura rígida e os olhos marejados de incerteza. A casa parecia mais fria do que o habitual, e o ambiente, carregado de memórias, fazia-a se sentir como se estivesse de volta ao passado. As paredes de pedra e os móveis pesados pareciam vigiar cada movimento, cada respiração.
— Você... você tem certeza? — perguntou Hector, a voz profunda, mas trêmula. Seu olhar era fixo nela, como se tentasse decifrar os se