As lágrimas agora escorrem livres. Ele nem tenta esconder.
— Escuta bem, Marcos. — Eu pego o rosto dele com as duas mãos, forçando-o a me olhar. — Você não estragou nada que a gente não possa consertar. Você carregou o mundo nas costas para proteger a sua mãe... para me proteger. — seu olhar azulado, agora encharcado por lágrimas, me encara minuciosamente. — Você é digno sim. Porque ninguém nunca me amou como você ama. Nem eu mesma.
Eu o abraço com força, a barriga entre nós, bolinho chutando