Meu estômago deu um nó, e o ar pareceu sumir do bar por um segundo. Marcos estava com uma regata preta que marcava o corpo, o cabelo bagunçado, e aquele sorriso torto que o deixava ainda mais irresistível. A mulher, uma morena de vestido justo, ria alto, inclinando-se para ele, a mão quase tocando o braço dele enquanto falava.
Aquela mulher não era a minha irmã.
Andressa percebeu minha reação e colocou a mão no meu ombro, me trazendo de volta à realidade.
— Amiga, ignora. Ele é um cretino,