227. O DESCONCERTO DA DILETTA
DANTE:
Ainda me encontrava mergulhado na incredulidade perante o que a Diletta afirmava. Recordava-a em Catânia; sempre tinha despertado a minha curiosidade. Desde então, aquela rapariga audaz e descarada tinha-me cativado. Não tinha esquecido aquela noite num clube, quando, com uma atrevida audácia, se tinha sentado de cócoras nas minhas pernas, completamente embriagada, a mover-se com a segurança de quem sabe o que faz, e me tinha beijado com uma ferocidade inusitada.
Depois, dois seguranças