Ele não a estava soltando. Aquele toque, proibido pelo acordo, criou uma eletricidade inesperada entre eles.
O aperto de Lysandro no braço de Lia não era de força, mas de posse. Era um convite forçado, um desvio total do acordo de "não-contato".
— Não vai. Fica. — Ele repetiu, com a voz grave.
Sem dar tempo para ela reagir, ele a puxou com uma agilidade surpreendente para quem estava preso a uma cadeira. A ajeitou no próprio colo, virada de lado, com o corpo dela pressionado contra o peito de