O ceticismo de Lia sobre a utilidade das perguntas, já que não haveria toque, fez Lysandro despertar um desejjo de provocação. Ele queria levá-la ao limite, quebrar a frieza que ela tentava impor.
Ele achou graça.
— Ora, Dona Ofélia. As perguntas são para o seu aprendizado. Não precisa ser um evento ali no quarto.
Ele sorriu, malicioso.
— Você poderia se tocar e gravar. Mandar um vídeo ou fotos para mim. Assim eu veria se essa sua intimidade é mesmo fechadinha e virggem, como você diz.
A imagem