Lia tentou acompanhar a música, movendo os braços com timidez, sentindo o rosto queimar. No entanto, o nervosismo a consumiu. De repente, uma crise de riso nervoso a tomou. Ela se cobriu com as mãos, sentindo-se ridícula, e sentou-se na beirada da cama, com o corpo sacudido pelo riso.
— Você sente prazer em me humilhar, não é? — Ela falou, sem jeito, mas com uma ponta de indignação real.
— Olhe, isso não vai dar certo. Eu não sou uma dançarina. Nunca dancei em público na vida.
— Eu poderia, te