O macho andava alto e rígido à minha frente havia horas. Seus ombros largos sempre tensos, a cabeça direcionada para frente o tempo todo, como se estivesse esperando algo, se preparando.
Meus pés e meus pulsos doíam muito. Eu não estava acostumada a andar. Havia passado a vida inteira na Casa de Luas; a maior distância que percorria era dos quartos até o lavabo.
E já fazia quase um dia inteiro que seguíamos por entre aquela floresta negra e sem fim.
Ele não falava nada. Não esboçava nada. Não d