No dia seguinte Helena acordara sorrindo, havia estado nos braços do homem que ama, o seu marido.
Ela acariciou o peito masculino, pensando que os infortúnios da vida a levaram para os braços da pessoa certa, que toda lágrima estava sendo recompensada com sorrisos.
Ele despertou, sorriu antes de abrir os olhos, tinham em sua mente as lembranças da noite prazerosa. Se aquilo era fazer amor, faria todos os dias. Entregaria seu corpo ao sentimento e a sensação de prazer nos braços de Helena.
— Bom