Acordo com um mal-estar estranho, uma sensação no ventre que não sei explicar. Não é dor, não é fome; é algo mais profundo, difuso, como um nó que se recusa a desfazer-se. Permaneço sentada na cama durante alguns instantes, respirando devagar, tentando compreender o que se passa comigo. A minha mente insiste em regressar ao lago, ao toque inesperado, ao olhar que não consigo esquecer. Sacudo ligeiramente a cabeça, como se isso bastasse para afastar aquelas imagens. Não posso permitir-me pensar