Mundo ficciónIniciar sesión[🔞 🔥 ⚠️ Este capítulo contém linguagem sexual explicita, violência e conteúdos sensíveis]
Conrad Miller, é o único herdeiro dos pais dele, Sarah e Leonidas Miller, e atualmente ele é o vice-presidente das empresas dos pais e vive com eles em Toronto. Para além de ser um dos solteiros mais cobiçado de Toronto, Conrad é um homem muito bonito, ele mede um metro e noventa e oito, os cabelos dele são negros e ele tem uma pele morena, tal como o seu pai ele tem uns olhos azuis hipnotizantes e o corpo dele é parecido a um deus grego de tanta definição e musculatura. Ele não tem um temperamento fácil, mas ele foi criado para ser assim. Ele cresceu a ver a mãe servir os interesses do pai e dele e a viver inteiramente para a casa e para a família, e apesar de os casal Miller atualmente ser unido e feliz, nem sempre foi assim, Sarah no inicio do seu casamento sofreu muito, ela foi traída, ela era uma figurante na vida do marido mas quando ela deu o herdeiro a Leonidas, o que ele tanto queria, ele passou a ser uma marido diferente e embora ele fizesse questão de educar o filho para ser o que é hoje, ele era feliz com a esposa e fazia a esposa feliz mesmo depois de a ter feito sofrer por algum tempo. Apesar de ser um mulherengo assumido, Conrad sabe que assim que o pai achar algum negócio que seja vantajoso para a empresa ele vai ser usado para que tudo corra como o pai quer e que não vai hesitar em casá-lo com a filha de um milionário para obter vantagens nos negócios, ele cresceu a ouvir isso, e ele sabia que isso aconteceria mais cedo ou mais tarde. E foi o que aconteceu no fim da crise que a pandemia do COVID-19 fez acontecer no mercado imobiliário, Leonidas propôs a Conrad a filha de um parceiro de negócios, Leonore Harvey. - Essa? Pai essa na escola pesava uns cem quilos – digo ao meu pai assim que ele me diz o nome da mulher com quem ele me quer casar e até me arrepio com a imagem dela no tempo da escola - Calma, ela agora está uma top model – diz o meu pai e mostra para mim uma fotografia dela e ela está realmente bem diferente - Ui… como é que ela conseguiu? – pergunto animado pois ela está bem gostosona apesar de ela ter ali uns implantes exageradamente grandes - Não sei e isso também não me parece importante – diz o meu pai e eu consinto com a cabeça pois ele tem razão no que diz Conrad ao ver a fotografia de Leonore ficou mais descansado, pois ele conheceu-a na escola e ele sabia que ela sofria de obesidade e inicialmente ficou em choque mas que passou rapidamente e ele sabia que se o pai já tinha escolhido é porque ele sabia que ela seria a esposa certa, educada para ser uma esposa de acordo com os padrões dele e que seria uma esposa, obediente, que cuidaria da casa e da família e que serviria os interesses do marido, e para Conrad isso era o mais importante aliado claro ao negócio que eles iriam fazer com as duas empresas. - Hoje os Harvey vêm jantar a nossa casa – diz-me o meu pai ao entrar no meu gabinete e eu respiro fundo, pois vai começar a mudança da minha vida que eu não queria nada - Alguma recomendação? – pergunto a olhar para o meu pai pois eu quero que tudo corra bem - Sê simpático e conversador – diz o meu pai e ambos começamos a rir pois simpatia não é e nem nunca foi o meu forte - Farei o meu melhor – digo a olhar para o meu pai e ele sorri e depois sai do meu gabinete e eu volto a respirar fundo – Que comece o circo – digo a olhar para a porta que já estava fechada depois de o meu pai sair – Que ela pelo menos seja boa na cama – digo preocupado com isso pois eu sou um homem ativo e gosto muito de sexo e que a mulher me satisfaça Depois de um dia cheio de trabalho, Conrad vai para casa ligeiramente mais cedo que o habitual para estar pronto assim que os convidados chegassem e quando chega a casa ele sorri, pois, a mãe dele está numa enorme azafama, se havia coisa que Sarah gostava era de organizar jantares e festas. - Boa tarde – digo ao entrar em casa e encontro a minha mãe a fazer os centros de mesas com flores – Tanta animação para pôr a corda no pescoço do único filho – digo com humor a olhar para ela e beijo o tomo da cabeça dela como sempre faço quando chego a casa - Ai filho, pelo amor de Deus, ela vai ser a mulher que vai partilhar a vida contigo – diz a minha mãe sempre muito romântica com tudo - Dona Sara, em me lembres disso – digo a sorrir para ela e ela nega com a cabeça pois ela sabe bem o filho que tem – Vou tomar um banho e já desço – digo e subo para o meu quarto Conrad demora no banho, ele está tenso, ele por mais que tenha vivido a vida toda a se preparado para que isto acontecesse, ele não se sente com vontade para dar este passo, ele até poderia casar um dia, mas com ele a escolher uma mulher que ele realmente quisesse, não que lhe fosse imposta por conta de um negócio, mas ele já sabia que era isso que ia acontecer e agora está mais perto de acontecer que nunca e a ele resta apenas aceitar e viver a vida junto da mulher que foi escolhida para ele e que pelo menos os negócios sejam favoráveis e que valham a pena o sacrifício dele. Depois de um banho demorado, Conrad prepara-se para o jantar, ele escolhe uma roupa não formal mas também não vai casual, ele opta por um fato, feito por medida, como são todos os que ele tem e que lhe caem no corpo como uma segunda pele, o fato de duas peças é de cor preta e ele usa uma camisa branca e deixa os dois botões de cima abertos e o sapato é da mesma cor do fato e depois ele penteia os cabelos para trás como é a sua imagem de marca e usa um dos seus melhores relógios e o seu perfume amadeirado habitual e desce para a sala onde o seu pai e a sua mãe já se encontram aguardando por ele e pelos convidados.






