Mundo de ficçãoIniciar sessão[🔞 🔥 ⚠️ Este capítulo contém linguagem sexual explicita, violência e conteúdos sensíveis]
Depois de vários dias juntos numa viagem que de negócios foi apenas um dia, o casal regressa a Toronto e Conrad vem com uma visão diferente de Leonore, ela afinal poderá ser uma boa esposa pelo menos ela agrada-o no campo íntimo, ela sabe bem como agradar um homem e isso para ele era muito importante. Leonore foi educada desde muito nova para um dia ser esposa de um homem como Conrad, o pai apesar de a mimar e de lhe fazer as vontades, sempre a educou para ser a esposa perfeita e daí ele ter gastado o que gastou em intervenções de estética para ela ter um corpo perfeito para além de ter a postura e a educação para o ser. Apesar de não demonstrar e de esconder muito bem, Leonore nunca ultrapassou os seus distúrbios alimentares e vive ainda muito obcecada com tudo o que come e se come algo que seja fora do que ela acha ela vomita, não o faz com a mesma frequência que fazia em mais nova e antes das cirurgias, mas faz sempre que acha que aquilo a vai engordar. Para além disso ela não passa um dia sem se exercitar, sem fazer o seu trino de ginásio e a boa forma física dela é muito evidente e isso foi algo que Conrad gostou, apesar de ter muitas coisas que ele não aprecia, como os implantes dos seios, nas nádegas, os lábios preenchidos com botox, ele gosta do corpo definido e firme dela. Outra coisa que ela não demonstra é a instabilidade emocional dela e o gosto em rebaixar as pessoas que ela acha serem inferiores a ela, mas ela o faz de forma muito discreta e sem que ninguém veja para manter a sua postura de menina inocente e gentil. - Olá, meu querido – diz Leonore ao entrar no meu gabinete sem avisar que vinha - Leonore – digo e respiro fundo por vê-la aqui e eu cheio de trabalho – Combinamos alguma coisa? – pergunto confuso pois não sei se combinei alguma coisa com ela pois ela fala muito e eu desligo e não sei se na realidade tenho alguma coisa marcada com ela - Não, vim apenas dizer olá – diz-me ela e beija a minha boca de forma provocante - Humm… - digo depois de um beijo bem ousado e de reparar no vestido dela que mostrava bem os seios dela e a abertura lateral na perna me fazia ficar excitado – Gosto do vestido – digo colocando a mão por baixo e tocando na zona íntima dela e penetro os dedos dentro dela e ela sorri – Hoje jantamos? – pergunto e ela consente e eu já sei que nessa noite eu vou ter horas de prazer com ela O relacionamento do casal é baseado em eventos que ela o acompanha, jantares, saídas noturnas que acabam sempre num hotel em horas de sexo intenso entre eles, sempre de forma dura por parte de Conrad e sem nenhum tipo de demonstração de carinho ou afeto. Mas Leonora espera que isso mude em breve, com o noivado e com o casamento ela conta que ele mude e seja um homem mais carinhoso e que a mime com ela gosta de ser mimada. Mas no fundo ela não se importa que ele seja assim desde que ele faça dela a mulher que conseguiu casar com um dos solteiros mais cobiçados de Toronto e calar a boca a muita gente que a gozou e maltratou quando ela foi obesa e depois quando ela sofreu de anorexia, e isso sim, para ela era o mais importante, não os sentimentos. - Leonore – sussurro ao sentir a mão dela a pousar em cima do meu membro enquanto conversamos com antigos colegas de escola e ela começa a acariciar-me e quando falam dela desse tempo ela aperta o meu pau com intensidade - Sim, naquela altura eu era muito diferente – diz ela de forma controlada por fora, mas eu percebo que ela está a ferver por dentro e ao mesmo tempo ela começa a cariciar o meu membro por cima das minhas calças - Estás a brincar com o fogo – murmuro ao sentir a mão dela a pousar sobre o meu membro e o fecho das calças a abrir e isso começa a mexer muito comigo - Hummm… se o fogo é isso aqui… vou adorar queimar-me – diz-me ela apertando o meu membro com a mão - Hoje vais chorar de tanto eu meter forte dentro de ti – murmuro ao ouvido dela e vejo os meus amigos a sorrir para nós ao verem a nossa intimidade ali Depois de um jantar com amigos, o casal nem vai para a discoteca com eles e seguem juntos para um hotel que Conrad usava sempre para os seus encontros, antes com outras mulheres e agora com Leonore com quem namorava e tal como ele ainda morava na casa dos pais e não ficava bem eles irem para lá. - Querido, nem fomos com eles para a discoteca – reclama ela ao ver que naquela noite ela não iria fazer com que as nossas caras fossem capas de revistas no dia seguinte - Não, a festa hoje vai ser outra – digo, pois, eu estou completamente excitado e louco de prazer com o que ele me fez no restaurante e levo-a para um hotel e ela vai pagar bem caro pelo que ela me tinha feito durante o jantar e eu hoje seria bem duro com ela e nem tiro a minha roupa e apenas subo o vestido dela até à cintura – Era isto que querias? – pergunto assim que a penetro sem nenhum tipo de proteção ou de preparação e começo a estocar dentro dela de forma dura, intensa e muito profunda - Sim…, mas não gozes dentro de mim – responde ela meio que a gemer e a soluçar com a força dos impactos que eu lhe provocava e noto que ela fica preocupada por eu não ter usado preservativo - Sim… fica tranquila que eu não vou gozar dentro de ti – respondo e ela relaxa, eu não iria gozar dentro dela, pois primeiro não vou correr o risco de a engravidar antes do casamento e depois filhos não é algo que esteja nos meus planos nos próximos anos e nem sei se é algo que eu alguma vez queira ter de forma consciente No fim da noite, ela já estava bem cansada e ele igual e ambos deixam o corpo cair em cima da cama e acabam por adormecer os dois, lado a lado na cama, e só acordam no dia seguinte, e depois de tomarem um banho, Conrad leva-a para casa do pai e segue para a casa dos pais dele.






