Na casa
A porta se fechou atrás deles com um som seco.
O silêncio caiu pesado demais para um cômodo que ainda cheirava a café. Yaman permaneceu de costas por alguns segundos, as mãos apoiadas na mesa, os ombros rígidos como se estivesse segurando o mundo no lugar.
Samira não falou. Ela sabia: aquele era o tipo de fúria que explode se for tocada com palavras.
Quando ele virou, o olhar estava escuro. Não dê raiva — de controle prestes a falhar.
— Você me chamou de amor. — disse, baixo.
Não foi ac