Demir arrumou meu véu como se estivesse tocando um artefato sagrado. E talvez, na cabeça dele, estivesse mesmo.
Os dedos passaram rente ao meu rosto, leves demais, firmes demais, perigosos demais.
Tive que convocar a força interior de dez monges tibetanos para não erguer a mão e afundar os dedos na barba dele.
A barba.
A maldita barba.
O playground do demônio.
— Demir… vamos ver o que está acontecendo com o Umut. Falei, tentando parecer racional, madura, centrada.
Falhei.
Ele inclinou a cabeça,