De vez em quando, ele olhava para mim, como se estivesse tentando decifrar um mapa antigo.
E eu juro que vi a cabeça dele trabalhando:
“Se ela fosse como as turistas… já tinha me arrastado para o quarto. Por que ela não faz nada? Por que ela foge? Por que quero que ela não fuja?”
Eu também tinha minhas próprias perguntas existenciais:
“Isso é seguro? Não. É sensato? Jamais. Eu tô gostando? DEUS ME LIVRE… mas ao mesmo tempo sim.”
Quando terminamos de fechar o último, eu tinha certeza de uma cois