SÍLVIA
A casa estava diferente.
Sem música.
Sem convidados.
Sem o disfarce do barulho.
Só o som delicado das xícaras sendo pousadas e o cheiro do chá quente preenchendo o espaço grande demais para duas mulheres acordadas demais.
Isabella já tinha ido embora com Demir depois do café da manhã. A casa perdera parte do fôlego junto com ela.
Samira colocou a chaleira de lado e sentou à minha frente.
— Dormiu bem? — perguntou, num tom que não exigia honestidade absoluta.
— O suficiente. — respondi.
O