Chego à casa de Lucas com borboletas no estômago. As borboletas mais fortes que eu já senti. A vontade de querer abraçar ele e comemorar o nosso drible histórico sobre tudo que Rafael tinha contra nós, era tanto, que eu estava com receio de machucá-lo.
Quando Lucas abriu a porta eu fiquei imóvel. Era incrível como eu ainda tinha a oportunidade de vê-lo mesmo depois do sufoco que passamos. Por um momento eu vi o fim da linha e vi que não tinha mais o que fazer, que não tinha mais como nos vermo