O Casamento de Isabella e André: A Aliança do Destino
As flores transformaram os jardins da mansão Moretti num cenário de sonho. Sob um arco de glicínias e rosas brancas, o caminho de pétalas conduzia ao altar montado estrategicamente com vista para o vale. Não havia imprensa, não havia curiosos; apenas as vinte pessoas que formavam o núcleo mais íntimo da vida do casal. O ar carregava o perfume das flores e a promessa de um novo começo.
No andar de cima, André terminava de ajustar o seu terno cinza chumbo. O seu rosto, habitualmente rígido pela disciplina, exibia uma serenidade profunda. Ele olhou no espelho, mas não estava sozinho. Léo, vestido com um terno rigorosamente igual, tentava ajustar a sua própria gravata borboleta com as mãos trémulas.
André se baixou, ficando à altura do rapaz, e o ajudou com o nó da gravata.
— Está nervoso, campeão? — perguntou André, pousando as mãos nos ombros do filho.
— Um pouco — confessou Léo. — E se eu deixar cair as alianças? - Era uma dúvid