William Rodrigues
Resolvi levar a Priscila para longe dali. Mandei uma mensagem rápida para minha mãe, avisando que ia demorar um pouco, e simplesmente peguei sua mão. Não tínhamos um destino. Só precisava tirá-la daquele ambiente sufocante.
Caminhamos em silêncio até um restaurante pequeno ali perto, acolhedor, discreto. Pedi uma mesa mais afastada, num canto reservado, e puxei a cadeira para ela. Priscila se sentou devagar, como se o mundo inteiro pesasse sobre seus ombros.
Sem dizer nada, se