Nos dias que se seguiram ao nascimento de Oliver, Evelyn e Reginald pareciam habitar um mundo só deles. Um mundo onde as velhas mágoas ainda existiam, mas já não eram maiores do que a esperança. Os dias corriam lentos, envoltos numa névoa suave de renascimento e descoberta.
Reginald aparecia todas as manhãs, sem falhar. Trazia café quente para ela, flores frescas — às vezes um livro, às vezes só a presença silenciosa e firme. Evelyn, ainda frágil e vulnerável, aprendeu a aceitar. A c