Vittoria sorri, sentindo a filha praticamente escalar as suas costas, oferecendo a ela a força silenciosa que a manteve nesse mundo quando ela já não suportava mais continuar.
— Solene, me desculpa, eu não consegui segurá-la. — Amara declara, ciente de que sempre que ela se senta na escada antes de entrar é porque precisa de um momento a sós.
— Tudo bem, Amara. — Vittoria responde, de olhos fechados, permitindo que o calor da filha acalme o seu coração por alguns instantes. — Obrigada por hoje.