Vittoria se apoia na bancada, tentando conter o tremor nas mãos, em uma luta silenciosa contra o pranto que ameaça escapar, enquanto as lágrimas insistem em cair, pesadas, revelando tudo o que ela tenta negar.
Mas as palavras dele continuam a atingi-la, não pelo peso, mas pela clareza com que expõem a verdade que ela preferia não encarar, e naquele momento, ela só consegue se sentir uma mulher terrivelmente imperfeita.
— Burra, idiota, estúpida. — Murmura, a voz trêmula e cheia de repulsa, como