Rafael segurou a mão de Elisa com ternura enquanto dirigia pela estrada silenciosa, ladeada por árvores altas e envoltas pela bruma suave da tarde. Ele não disse para onde estavam indo, queria surpreendê-la. Elisa, com o coração tranquilo e ao mesmo tempo ansioso, apenas sorriu. Confiava nele. Confiava no amor que crescia entre os dois como uma flor que enfim encontrava solo fértil para florescer.
A estrada terminou em uma clareira, onde uma cabana de madeira rústica, cercada por lanternas pend