O sol filtrava-se pelas frestas da janela, dourando a pele de Elisa e Rafael, que ainda se mantinham entrelaçados sob os lençóis amassados. A manhã avançava preguiçosa, mas nenhum dos dois parecia disposto a deixar aquele refúgio mágico.
Rafael acariciava lentamente as costas de Elisa, os dedos desenhando círculos invisíveis sobre sua pele nua, como se quisesse eternizar cada segundo. Ela suspirava, aninhada ao peito dele, ouvindo o som ritmado do seu coração — aquele compasso forte e seguro qu