Os dias seguiam numa cadência delicada entre compromissos do casamento e momentos de silêncio que falavam mais que palavras. Elisa e Rafael estavam vivendo o que muitos chamariam de fase mágica, e de fato havia algo de encantador em tudo — desde os testes de menu até os sorrisos trocados no meio da correria. Mas Elisa sabia que mágica nenhuma sustentava uma relação. O que sustentava era o cuidado. O olhar atento. A escuta mansa. E Rafael era isso: um abrigo. Um farol. Uma escolha diária.
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