A semana passou mais tranquila do que Elisa imaginava. Seu trabalho fluía, as noites estavam mais leves, e Rafael continuava presente, mas sem invadir seu espaço. Tudo parecia estar se encaixando. Até que, numa tarde de quinta-feira, Elisa saiu de uma reunião e decidiu passar em uma cafeteria que costumava frequentar nos tempos antigos — antes da separação, antes das viagens, antes da reconstrução.
Assim que empurrou a porta de vidro e sentiu o aroma de café fresco misturado ao som calmo de jaz