Mundo ficciónIniciar sesiónEle é o secretário perfeito. Ele é o CEO impiedoso. O Secretário Han Taeju vive à sombra do CEO Kang Dojin, um empresário rico, frio e herdeiro de uma família tradicional poderosa. No escritório, existe apenas uma hierarquia e Taeju nunca sai dela, para ele é questão de sobrevivência. Mas quando o CEO descobre quem realmente é seu secretário longe do trabalho, o equilíbrio entre eles se quebra. Em meio a jogos de poder, disputas familiares e sentimentos proibidos, ambos caminham perigosamente para um ponto sem retorno. Taeju percebe que ser visto pelo CEO é perigoso demais para seu próprio bem.
Leer másTaeju Abri sua calça, salivando para tê-lo na boca. Abaixei suas calças e cueca até suas coxas, seu pau roçou em meu rosto e esfreguei meus lábios. O calor e seu cheiro me causavam mais desejo, e quando lambi por cima das veias inchadas e pele quente, percebi que suspirou. Dojin acariciou meus cabelos, minha bochecha, mas apenas deixei que sua glande entrasse em minha boca. Gemi. O sabor e a maciez... Dessa vez ele agarrou meus cabelos e forçou-me contra ele. Era bom, mesmo que batesse no fundo de minha boca e causasse desconforto, talvez meus lábios machucassem nos cantos, mas isso não importava quando a saliva continuava aumentando e deixando mais gostoso. — Hmm... — gemi quando me forçou mais uma vez. Sua grande bateu no fundo e as lágrimas se formaram nos cantos dos meus olhos. Mas ele não me deu tempo. Dojin me puxou bruscamente pelos cabelos, a saliva ficou em seu pau. Até mesmo seu pau era bonito. Maldito. — Essa sua boquinha sabe bem como chupar, mas ao mesmo tempo que
Taeju — Você tem belas pernas, secretário. E o que pensa em fazer com esse objeto? A tensão em meu corpo diminuiu e abaixei o vaso. Era inacreditável. — O que está fazendo aqui? Que eu saiba, estou na minha folga forçada. — Eu fiquei preocupado. — Sua tranquilidade em dizer era irritante. Mais irritante ainda era o fato de ele tirar os sapatos e entrar na minha casa como se tivesse sido convidado. — Agradeço, mas estou bem. — Devolvi o vaso para o lugar e cruzei os braços. Ele tinha que ir embora. — Parece que sim. — Olhou-me de cima a baixo e fiquei envergonhado. Mesmo que nós já tivéssemos ultrapassado todos os limites, ainda assim, eu me sentia tímido quando ele me olhava desse jeito. — Confesso que achei divertido a sua tentativa de escapar das minhas vistas, secretário. — Dojin passou os dedos em um móvel enquanto se aproximava. Seus gestos pareciam calculados. — Eu deixei que se soltasse um pouco, você não parece estar raciocinando adequadamente nesses últimos dias e
Taeju Preparei meus argumentos. Claro, eu tinha vários, mas ele, provavelmente, não aceitaria nenhum. — Senhor, o que aconteceu foi que... — Eu não quero suas desculpas, secretário. Não entendo o porquê não obedeceu quando minhas palavras foram claras naquele bilhete. — Mas, senhor... — Chega. — Dojin relaxou sua postura e olhou para a minha mão. Sem dizer mais nada, ele me alcançou e segurou em meu pulso sem delicadeza. Mas depois de um suspiro, relaxou seu aperto. Eu nunca tinha o ouvido suspirar. Algo estava muito errado. — Você me deixa louco de várias maneiras, secretário. De repente fui arrastado para o seu banheiro particular. Eu queria dizer que não era nada demais, mas foi inevitável sentir uma certa emoção. Ele tinha ficado preocupado com meu machucado, pareceu sincero, e eu admitia a minha teimosia, eu deveria ter obedecido e tirado o dia de folga. Mas essa folga parecia uma recompensa por ter ido para a sua cama. Não estava certo. Dojin tirou o lenço e gemi, ago
Taeju Droga! Meus cabelos não estavam bem escovados. Novamente, tentei alinhar minha franja, mas ela não ia ficar perfeita, não tinha jeito. Enquanto o elevador subia, tentava melhorar minha aparência, mas a culpa foi inteiramente de Dojin. Aquele... Como ele pôde? Mais uma vez, olhei no relógio de pulso, eram quase dez horas da manhã, eu nunca tinha me atrasado dessa maneira. Dojin tinha desligado meu celular, ainda teve a audácia de deixar um bilhete me dizendo para relaxar o quanto quisesse. Como se eu pudesse! — Arg... minha cabeça. Nunca mais vou beber nessa vida. Sei que disse isso a última vez, mas agora é sério. Quando as portas se abriram, respirei fundo antes de passar e logo percebi o afobamento da minha assistente que passava com uma bandeja cheia de copos. Como eu poderia relaxar quando tinha tantos afazeres? — Secretário Han? O que está fazendo aqui? Pensei que tiraria o dia de folga. — Desculpe o atraso, eu tive um contratempo. — Olhei novamente para o relóg
Último capítulo