Mundo de ficçãoIniciar sessãoEle é o secretário perfeito. Ele é o CEO impiedoso. O Secretário Han Taeju vive à sombra do CEO Kang Dojin, um empresário rico, frio e herdeiro de uma família tradicional poderosa. No escritório, existe apenas uma hierarquia e Taeju nunca sai dela, para ele é questão de sobrevivência. Mas quando o CEO descobre quem realmente é seu secretário longe do trabalho, o equilíbrio entre eles se quebra. Em meio a jogos de poder, disputas familiares e sentimentos proibidos, ambos caminham perigosamente para um ponto sem retorno. Taeju percebe que ser visto pelo CEO é perigoso demais para seu próprio bem.
Ler maisTaeju— Você me rastreou?— Sim — respondeu como se não fosse nada. — Eu fiquei impressionado quando o vi daquela forma. Embora eu já soubesse, nunca tinha visto pessoalmente. Devo confessar que foi a primeira vez que fui beijado por um homem e você sabe usar muito bem sua língua.Senti um calafrio, as coisas escureceram brevemente, acho que minha pressão tinha caído drasticamente, ou talvez eu estivesse tendo um ataque.— Como eu disse, não desgosto desse seu lado. Inclusive, meu pau gostou bastante da sua bunda rebolando contra ele. Foi tão imoral. — Dessa vez, ele esboçou um sorriso. Cafajeste. Eu nem sabia que ele conseguia…Céus… não, isso não era importante. Por que ele falou com essa riqueza de detalhes?… Meu Deus, seria agora que deixaria essa vida? Porque eu quero me enterrar agora mesmo.— E aquela meia é realmente tentadora, principalmente por cima de uma calcinha. Foi uma experiência única.Sinto que vou vomitar. Como esse homem pode falar disso tão naturalmente? Ele é lo
TaejuSaí do provador só para dar de cara com o funcionário. Ele sorriu e mostrou os acessórios. Óculos escuros, relógio, cinto e sapatos. Ótimo. Até que são bonitos. Aceitei o que foi oferecido e depois, saí para que meu querido chefe visse.Dojin me avaliou como se eu fosse uma fruta exposta na feira, mas apenas mandou eu vestir o próximo. Assim foi, até que ele gostou de uma composição. Uma bermuda de linho na cor salmão e uma camisa em gola polo azul marinho. Fiquei lindo, tinha que admitir, mas esse tipo de roupa não me empolgava muito. Eu gostava das cores, mas era só. Depois do “desfile”, fiquei com a roupa que ele escolheu, felizmente pude colocar os óculos escuros e esconder meu olhar cansado e ainda com vestígios da maquiagem que não consegui tirar. Jiwon iria me pagar quando eu visse ela. Nós combinamos que um ia cuidar do outro, não importava se encontrássemos um macho. Tá, mas a culpa foi minha por ter bebido demais, eu nem mesmo lembro do que aconteceu. Minha última l
TaejuQuando saí do banheiro, Dojin já estava arrumado, ele falava com alguém no celular e me encarou brevemente. Ao contrário de mim que estava com uma roupa simples, ele vestia uma calça de alfaiataria de tecido leve e uma camisa Polo. As roupas em tons claros também combinavam muito com ele e o relógio também foi bem escolhido. Até mesmo os cabelos bem penteados de um jeito menos formal combinavam com ele. Eu não tinha mesmo jeito, no meio de tantos problemas, estava avaliando a roupa do meu chefe e talvez em breve, ex-chefe. Dojin disse mais algumas palavras e desligou a chamada. Ele me olhou de cima para baixo e senti vontade de desaparecer. — Vamos — ordenou-me e virou as costas.Sem muita coragem, acompanhei seus passos calmos. Achei minhas botas na entrada, mesmo não combinando, os calcei. Ele não me esperou, é claro, tive que me apressar para alcançá-lo.Queria saber o que ele estava pensando, mesmo que eu o conhecesse há bastante tempo e soubesse decifrar a maioria das su
TaejuUm borrão…Era tudo um borrão. Antes mesmo de abrir os olhos tentei me lembrar do que tinha acontecido, até porque eu estava com uma enorme dor de cabeça. Mas então, aquele cheiro não saía do meu nariz, principalmente porque estava com a bochecha colada no colchão.Sofrendo, abri os olhos e minha visão focou naquela parede que achei familiar. Então olhei para o travesseiro, eu conhecia aquela colcha escura e aquele perfume. Levantei, assustado, mas me arrependi amargamente.— Droga. Minha cabeça!— Você não deveria beber tanto, secretário.Virei o rosto como se eu estivesse em um filme de terror. Meu “querido chefe” estava sentado confortavelmente em uma poltrona com um livro na mão. O sol da manhã entrava pela grande vidraça e deixava a cena espetacular, no entanto, não havia nada de espetacular em um secretário estar acordando na cama do seu chefe.Certo, a primeira coisa a ser feita era não surtar e analisar a situação.Olhei para mim mesmo e quase respirei de alívio por e
Taeju Abri o guarda roupa do meu lado preferido. O colorido. Não havia nada mais satisfatório do que me arrumar, me sentir gostoso e ser visto. Principalmente visto. Peguei um cropped folgado, que deixava um ombro levemente exposto, não era tão curto e nem cheiro de detalhes, sua cor azul era sutil. Eu ia usar com uma jaqueta por cima, não ia ficar vulgar, era apenas um detalhe. — Esse é lindo. — Jiwon levantou e abriu minha gaveta mais preciosa. — Usa essa meia aqui, você ainda não estreou ela. Acho que meus olhos brilharam, a meia arrastão de tramas pequenas tinha sido uma compra recente, não era tão chamativa pois tinha uma fina tela como se fosse uma meia calça comum, ela vestia até a cintura e era linda. Eu peguei o pacote fechado das suas mãos e sorri, me senti mais leve. — Obrigado, amiga, eu te amo. — Para vai, você sabe que eu choro fácil. Não quero que meus lindos olhos fiquem inchados. — Se abanou com as mãos e suas longas unhas. — Hoje vamos esquecer os problema
Taeju— A que devo esse convite, senhor Kang? Há algo em que eu possa ajudar? — Ignorei meu pavor e mantive-me brando na superfície.— Direto ao assunto, gosto disso. — Taesung deu um leve sorriso e cruzou as pernas. Sua postura era muito mais intimidadora que a do irmão, Taesung parecia mais perigoso. Devia ser realmente, se eu fosse me basear pelos rumores… Ele era apenas três anos mais velho que Dojin, era diretor de uma das filiais, mas de poder menor. Então, havia uma guerra declarada entre eles.— Você sabe, secretário, que infelizmente meu amado irmão e eu não nos damos tão bem. Uma pena, eu o amo tanto.Aquilo não parecia que terminaria bem. E era aquela história, a corda sempre arrebentava do lado mais fraco. E que diabos era esse papo de “amado irmão”? Eles se odiavam. — Bem, mas não vim lamentar para você, secretário. Vim pedir sua ajuda.— Eu? Quero dizer… — Cocei a garganta tentando me recompor. — E em que eu poderia ajudar, senhor?— Preciso que me conceda alguns docum
Último capítulo