Mundo ficciónIniciar sesiónEle é o secretário perfeito. Ele é o CEO impiedoso. O Secretário Han Taeju vive à sombra do CEO Kang Dojin, um empresário rico, frio e herdeiro de uma família tradicional poderosa. No escritório, existe apenas uma hierarquia e Taeju nunca sai dela, para ele é questão de sobrevivência. Mas quando o CEO descobre quem realmente é seu secretário longe do trabalho, o equilíbrio entre eles se quebra. Em meio a jogos de poder, disputas familiares e sentimentos proibidos, ambos caminham perigosamente para um ponto sem retorno. Taeju percebe que ser visto pelo CEO é perigoso demais para seu próprio bem.
Leer másTaeju— Secretário Han, não achei que viesse hoje. Está tudo bem?Seorin me cercou assim que saí da sala de Dojin, eu nem tinha guardado minha bolsa.— Estou bem, foi apenas um resfriado simples.— Simples a ponto de eu ter que assumir as demandas da agenda? Inclusive, fui informada que você tiraria alguns dias de licença.Abri minha bolsa sobre a mesa para tirar meu tablet.— Eu estou bem agora, embora precise de férias. — Sorri fracamente. Na verdade, eu precisava de outro emprego. — Me atualize, por favor. — Sentei-me e liguei meu sistema, precisava focar no trabalho.Eu ainda estava um pouco doente, o resfriado em si não era forte, talvez eu só estivesse muito cansado naquele dia. Além disso, para quem tinha transado a noite quase toda, o resto era irrelevante.Louco. Eu fui louco para fazer tudo aquilo. Mas às vezes, temos ideias estúpidas.No entanto, minha irritação não passava. Depois que conversamos, parecia tudo bem: tomamos café, tive que engoli a funcionária fazendo meu tr
TaejuO braço de Dojin pesava em minha cintura, porém, não mais que minha consciência. O que eu tinha feito? Eu não estava em meu juízo perfeito, essa era a única explicação.Olhei novamente para Dojin adormecido e agarrado a mim como se eu fosse um travesseiro. Sua respiração batia em meu peito, peito esse que estava inchado e marcado. Mas meu corpo estava quase todo assim, eu nem precisava ver para saber. Tudo doía, minha bunda… Mas foi bom. Incrível. Gostoso. Isso eu não podia negar. A claridade entrava pela vidraça mal coberta pela cortina. Não era tão cedo. Eu precisava ir ao banheiro, mas também queria sair daqui. Não queria ter surpresas.Afastei o braço de Dojin com cuidado, ele parecia dormir profundamente. Eu só estava acordado por hábito, mas nós mal dormimos de noite. Devagar, escorreguei para fora da cama, quando me pus de pé, observei-o deitado de bruços, o lençol o cobria até a metade das costas.Daquela roupa, só havia restado trapos espalhados pela cama e chão, o
Dojin— Ah… Dojin…. mmm…Empurrei mais forte, até que não restasse nenhuma parte fora, mas no momento seguinte, tirei o suficiente para repetir. Taeju se contorcia e gemia. Mesmo que eu segurasse suas coxas, suas pernas tremiam. Nunca pensei que sentiria tal prazer, era minha primeira vez com um homem.Meu nome foi dito mais uma vez de forma manhosa, doce. Seus lábios estavam um pouco inchados e vermelhos, perdi as contas de quantas vezes o beijei e chupei. A roupa de renda estava rasgada em vários lugares, não consegui resistir à sua pele suave sem deixar marcas.Abaixei-me apenas para chupar o mamilo inchado, o tom rosado já não era mais o mesmo. — Ai… dói. Faça devagar, Sorri da sua reclamação, então tentei chupar com mais suavidade, mas seu mamilo endurecido parecia ter sabor. Afastei-me e olhei o buraco que fiz na renda naquele lugar, ao redor havia a marca dos meus dentes e chupões. Da próxima vez, quero ele apenas de calcinha. Como um homem poderia ficar tão belo com uma
TaejuRebolei sobre ele, assim de cima eu conseguia ver melhor suas reações, suas expressões de prazer. Deixei que seu pau escorregasse para minha bunda, estava seco, a lubrificação dele não era o suficiente. Não imaginei que a gente iria tão longe, mas eu não ia parar agora.— Quero meter em você. — Dojin se sentou e escorregou seus dedos entre as bandas da minha bunda e pressionou quase enfiando o dedo. — Quero meter aqui. Com você vestido nessa roupa assim como imaginei.— Você imaginou? — Rebolei, ansioso que metesse os dedos.— Sim, inúmeras vezes.— Mmm… — Gemi. A pequena pressão dos seus dedos foi o suficiente para me causar aquela sensação gostosa.Ele juntou nossos pênis e esfregou ao mesmo tempo que continuava ameaçando meter seu dedo atrás.— Você vem me enlouquecendo pouco a pouco, secretário. Acha isso certo? Apenas abri a boca, incapaz de responder. Estava melado entre nossas glandes e se espalhava cada vez mais. Precisava segurar para não gozar. Atordoado, recebi seu
Último capítulo