Taeju
O braço de Dojin pesava em minha cintura, porém, não mais que minha consciência.
O que eu tinha feito? Eu não estava em meu juízo perfeito, essa era a única explicação.
Olhei novamente para Dojin adormecido e agarrado a mim como se eu fosse um travesseiro. Sua respiração batia em meu peito, peito esse que estava inchado e marcado. Mas meu corpo estava quase todo assim, eu nem precisava ver para saber.
Tudo doía, minha bunda…
Mas foi bom. Incrível. Gostoso. Isso eu não podia negar.
A c