— Não sei do que está falando. — Ela disse, mas a voz perdeu sua confiança habitual.
Sorri e sinalizei para um dos guarda-costas. Ele saiu e voltou com uma gaiola coberta.
Mesmo de onde eu estava, podia ouvir os sons suaves de sibilar vindos de dentro.
O rosto de Victoria descoloriu. Ela recuou até encostar as costas na parede.
— Você não ousaria. — Ela sussurrou, olhando para a gaiola com terror evidente.
— Eu não ousaria? — Perguntei suavemente. — Depois do que você me fez? Depois do que