Ainda o mesmo dia a noite, o capanga-serpente do pai de Eliezer fez uma visita a um velho amigo. Encontraram-se em um parque quase vazio, sob a iluminação fraca de postes antigos. Sentaram-se em um banco de madeira, distantes o suficiente para parecerem desconhecidos, mas próximos o bastante para trocarem palavras em voz baixa.
Agiam como se não se conhecessem, mas a comunicação entre eles era silenciosa, fluindo pelas expressões e olhares afiados.
— Tenho uma proposta para te fazer — disse o ca