A sede da Vilela Capital era um monumento ao ego de Dante: aço escovado, vidro temperado e uma vista panorâmica do Rio que fazia a cidade parecer um tabuleiro de jogo. Entrei no saguão às 9h em ponto. Eu não carregava pen drives escondidos nem microcâmeras. Carregava apenas meu iPad e minha mente afiada.
Dante estava me esperando no hall dos elevadores privativos. — Pontual — ele comentou, aprovando. — Gosto disso.
— Tempo é dinheiro, Dante. E você está me pagando muito dinheiro.
Subimos para o