A mesa de café da manhã parecia um campo de pouso deserto. Onde antes havia cadeirões, brinquedos, mochilas e discussões sobre o mercado de ações, agora havia apenas dois lugares postos, um vaso de orquídeas e o silêncio. Theo estava em Viena. Helena estava em Singapura fechando um acordo. Éramos só nós.
Gabriel dobrou o jornal (de papel, um hábito antigo que ele retomou). — Está quieto demais — ele comentou. — Está — concordei, tomando meu chá. — Sinto falta da gritaria. Sinto falta até das br