POV de Gabriel Blackwolf
O surgimento de um Leone no meu território era como jogar gasolina em uma ferida aberta. Meus olhos travaram na figura que eu não via há anos: Phelippo Leone. Ele deveria estar na Itália, apodrecendo por lá, mas agora estava parado no meu bar.
No passado, ele era um moleque, um pirralho de óculos e aparelho que vivia no pé da Júlia como uma sombra irritante. Arthur, meu primo que namorava com ela na época, quase enlouquecia de ciúmes, achando que Phelippo era a ameaça.