Helena Evelyn
Toquei os lábios dele, respirando fundo, e sussurrei:
— Para de bobagem… se eu tivesse um homem lá na Bahia, acha mesmo que eu seria virgem quando a gente transou? — Tentei brincar para aliviar minha tensão, porque por dentro eu estava um desastre. — Não vai querer se vingar de mim por isso não, né?
Ele arqueou uma sobrancelha, como se tentasse entender minha mistura de humor e medo.
— Eu tenho medo desse povo me achar… — minha voz baixou — por isso pedi para trabalhar como secretária e não tirar mais fotos.
O olhar de Nathan ficou sério, profundo.
— Eu não vou deixar que aconteça nada com você. Te prometo, linda. — Ele me puxou para um beijo quente, intenso, urgente.
E enquanto me beijava, deslizou dois dedos dentro de mim — profundos, ritmados — enquanto o polegar circulava meu clitóris. Depois mordeu meus seios com aquela precisão que me desmontava inteira.
Meu corpo reagiu traindo qualquer tentativa de controle. Gozei forte, agarrando o cabelo dele e gemendo alto.
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