250. A TEIMOSIA DE CLÍO
Suspirei, sabendo que não podia detê-la. Clío continuava sendo a mulher de vontade férrea que amava, mas também sabia que tinha razão. Se continuássemos improvisando cada passo, o caos iria nos devorar vivos.
—Colocar-me como isca —disse muito séria.
—Não, não, e não! Nem pense que vou concordar com isso, Clío! Não! —Neguei fervorosamente.