Sasha
A casa surge no horizonte como uma miragem que se recusa a ser acolhedora. É uma visão que, em qualquer outra circunstância, traria conforto, mas agora só serve para alimentar a incerteza que me corrói. A construção é sólida, imponente e bonita à sua maneira, mas não consigo evitar o pensamento sufocante de como será a minha existência entre essas paredes ao lado de Átila, o homem cujo sobrenome agora carrego e que associo, inevitavelmente, à dor e à perda. Quando finalmente o carro para