Após a noite em que desabei nos braços de Lisa, minha vida entrou em uma espécie de calmaria frágil, como se o mundo estivesse me dando um momento para respirar antes da próxima tempestade. Lisa, recém-chegada de Nova Iorque, recusou-se a me deixar sozinha, insistindo em ficar no meu apartamento por uma semana. Foi uma semana de normalidade forçada, mas bem-vinda, cheia de conversas longas, risadas tímidas e tentativas de me ancorar em algo além da dor e da raiva.
Passávamos as noites assistind