NARRAÇÃO DE BRADY DAWSON
Aproximei o carro devagar, observando o médico na varanda — maleta apoiada ao lado, semblante calmo, paciente.
Ao meu lado, Sara me fitava com desconfiança, uma sobrancelha arqueada.
— Brady... por que tem um médico na varanda?
Respirei fundo, tentando conter o sorriso.
— É apenas por precaução, meu amor. Você não se sentiu bem, e eu fiquei preocupado.
Ela suspirou, balançando a cabeça.
— Você é impossível.
— Cuidadoso — corrigi, abrindo um meio sorriso. — É diferente.