INGRID
Não sei quem saiu com essa história que devemos ser guerreiras, fortes, nossas próprias salvadoras, mulheres independentes.
Queria um colo, as vezes, ser forte sempre, passar a imagem de forte, sempre doí, pois também precisamos de ajuda.
Como hoje, voltando da casa do tio Otávio e Tia Cida, os meus ex-sogros, sim, tenho contacto com eles, que sofreram tanto ou mais do que eu com o fim do meu noivado, com certeza sofreram bem mais, a dor deles é maior, até porque não era a noiva mais apa