Helena saiu da sala com a sensação estranha de que o chão não estava exatamente onde costumava estar.
O coração ainda batia num ritmo irregular, não pelo conteúdo da conversa — objetiva, direta, profissional — mas pela coincidência absurda que insistia em ecoar dentro dela.
Ethan Hartman.
O homem do bar.
O olhar firme, a voz baixa, a presença que a havia desconcertado naquela noite agora fazia sentido demais. O mesmo controle. A mesma postura contida. A mesma intensidade silenciosa.
Só que