**Maria Silva**
O peso do celular em minhas mãos parecia multiplicar-se, trazendo-me com uma angústia insuportável. A tela exibia uma imagem que me dilacerava a alma: meu filho, inocente e despreocupado, brincava na sala de Heitor. Uma mão desconhecida segurava o telefone, parecia escondê-lo, não deixando que ninguém visse a transmissão da cena em tempo real. O medo gelou meu coração.
Meu olhar se encontrou com o de Gabriel, que me observava com um sorriso triunfante, como se fosse o mestre de