Mundo de ficçãoIniciar sessãoO sol banhava as cortinas com uma luz suave quando Auren abriu os olhos. Céline ainda dormia ao seu lado, o corpo aninhado no dele, e por um momento ele permitiu que o calor daquela cena preenchesse seu peito. Mas o dever o chamava — sempre chamava.
Ele começou a se mover para sair da cama, mas Céline, sonolenta e sorrindo, ergueu a mão e o puxou de volta para junto dela.— Fica um pouco mais — murmurou, a voz macia, e o beijou.O toque dela, ainda que breve,






