O silêncio matinal no castelo era quebrado apenas pelos passos de Auren enquanto ele descia os corredores em direção à ala reservada do harém. A luz suave que entrava pelas janelas não conseguia suavizar a rigidez em seus ombros ou o peso de sua responsabilidade. Os guardas à porta fizeram uma reverência quando ele se aproximou, e Auren retribuiu com um aceno contido antes de empurrar a porta e entrar.
A ala era um mundo à parte dentro do castelo — um espaço amplo, com quartos coletivos e um ja