A primavera finalmente chegara, as árvores da cidade estavam cobertas de flores e o vento carregava um perfume leve que parecia anunciar um novo começo.
Já fazia quase dois meses que Gustavo e Maytê haviam voltado a tomar café juntos, não todos os dias, nem todas as semanas.
Às vezes passavam dez dias sem se ver, às vezes se encontravam por acaso na feira ou caminhavam pela praça depois do trabalho.
Não havia cobranças, promessas e nem medo de dar nome ao que estavam reconstruindo, era leve e t