Três dias depois, Gustavo Ferraresi estava parado em frente a uma pequena cafeteria no centro da cidade e completamente deslocado.
O lugar era simples: mesas de madeira, vasos de plantas nas janelas, música baixa. Nada parecido com os restaurantes luxuosos que costumava frequentar, nada parecido com ele.
Ele olhou o relógio pela quarta vez em cinco minutos, nervoso. Aquilo também era novidade, porque Gustavo não ficava nervoso.
Ele comandava reuniões bilionárias, negociava com investidores, fal